Comitê de Handicap

 

Membros integrantes do comitê de handicap

Rogério Maziero
Fernando José da Costa
Marco Ruberti
Laércio José Mendes Ferreira Filho
Roberto Flor da Rosa

 

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Funções e Responsabilidades


Todo clube de golfe deve indicar um comitê, chamado “Comitê de Handicap”, que será responsável pela integridade e pela aplicação no seu clube do Sistema de Handicap definido pela USGA – United States Golf Association – e adotado pela CBG – Confederação Brasileira de Golfe – garantindo que todos os scores válidos jogados no clube sejam introduzidos no Sistema Central de Handicap; garantindo que todos os associados do clube tenham pleno acesso aos registros do Handicap Index de todos os membros do clube; e por fim, promovendo situações que dêem aos sócios iguais oportunidades para jogar uns com os outros.
Para efeito deste documento, chamaremos de Sistema de Handicap à metodologia criada pela USGA e adotada via contrato pela CBG, que calcula o Handicap Index de cada jogador e define regras para conversão em handicap de jogo, variável de campo para campo.
É um programa de computador centralizado, desenvolvido pela CBG e controlado pela Federação, que funciona na plataforma da Internet e calcula o Handicap Index de todos os jogadores federados brasileiros, assim como emite os cartões/etiquetas de Handicap Index a cada revisão.

Tal sistema receberá via digitação em qualquer computador conectado à Internet, os scores de jogos de golfe devidamente identificados, e processará tais resultados de acordo com as regras do Sistema Handicap Index definidas pela USGA e adotadas pela CBG calculando o Handicap Index de cada jogador.

O Sistema de Handicap Index será acessível por todos os clubes para consultar registros de todos os jogadores federados brasileiros e para alimentar mediante senha os scores de jogos ocorridos em seus campos. Também dará acesso a todos os jogadores federados brasileiros, apenas para consultas dos seus scores e Index bem como de qualquer outro jogador (transparência).


Formação do Comitê de Handicap

O Comitê de Handicap deve ter um mínimo de 3 integrantes, indicados pela Diretoria do Clube. Além disso, exige-se que a maioria dos membros seja composta por sócios do clube. Funcionários do clube poderão integrar o Comitê, mas não poderão assumir a posição de presidente do Comitê.

 

Presidente do Comitê de Handicap

O presidente do Comitê deve necessariamente ser um sócio do clube. Além disso, deve ter conhecimentos básicos sobre Slope System e Handicap Index. Terá que dispor de bastante tempo para realizar seu trabalho, e deverá contar com a ajuda dos demais membros e, para isso, deverá divulgar o maior número possível de informações possível aos outros membros.

 

Funções e Responsabilidades do Comitê

Uma vez que o Sistema Central de Handicap se encarrega de calcular e emitir cartões/etiquetas do Handicap Index dos jogadores, cabe ao Comitê:

· a digitação dos scores dos seus associados e visitantes;
· a verificação dos resultados, visando identificar discrepâncias, solicitar correções, ajustar Handicap Index, etc.;
· o recebimento e distribuição dos cartões/etiquetas de Handicap Index.

 

Constituem funções do Comitê de Handicap:


O Comitê deve avisar todos os seus membros pelo menos a cada início de ano, da importância do encaminhamento de seus scores e da importância das normas de Handicap da USGA. Entre outras, as seguintes informações devem ser publicadas:

· Como e onde os cartões devem ser encaminhados;
· Como os cartões ou etiquetas de Handicap Index serão emitidos e onde serão disponibilizados;
· Cronograma de Revisão de Handicap que foi definido pela CBG;
· Como os cartões jogados em outros campos devem ser encaminhados;
· Como cada Handicap Index é verificado e checado em cada revisão;
· Quais são as responsabilidades do Comitê quanto ao ajuste de Handicap Index quando necessário;
· Esclarecer as penalidades para jogadores que não encaminhar seus cartões;
· Divulgar quais jogos serão considerados como Scores de Torneio para efeito do cálculo do Index;

NOTA: Esclarecimentos a jogadores visitantes (não sócios) devem ser feitos antes do início do jogo, em especial da obrigatoriedade da entrega do cartão e do cumprimento das normas de Handicap.


O Comitê deve publicar em local visível o USGA Course Rating e o Slope Rating de cada conjunto de tees do clube, preferencialmente no formato definido pela CBG. Se o clube tiver um site na Internet, é recomendável também que essas tabelas estejam presentes nos sites onde os scores serão digitados.
Recomenda-se que o Comitê publique em local visível o USGA Course Rating e o Slope Rating de cada conjunto de tees dos clubes que estejam em suas proximidades, preferencialmente no formato definido pela CBG.
O Comitê deve publicar em local visível, de fácil acesso, e eventualmente, no primeiro tee de cada conjunto de tees, a Tabela de Conversão de Handicap Index em Course Handicap, emitida pela CBG. O comitê é ainda responsável pela obtenção dessas tabelas junto a CBG e pela sua divulgação.

Para os clubes que tenham um certe na Internet, recomenda-se que tais tabelas sejam disponibilizadas para seus visitantes internautas.

O Comitê deve comparar os USGA Coorte Raptem e Chope Raptem dos teces do seu clube com os campos da região/estado. Cada conjunto de teces deve ter seus indicadores de USGA Coorte Raptem e Chope Raptem, bem como para ambos os sexos (damas e cavalheiros).

O clube deve aceitar a ficha técnica emitida pela CBG, em termos de USGA Coorte Raptem e Chope Raptem. Caso discorde dos valores, deve pedir à sua federação uma revisão das medições e dos cálculos, anexando sua motivação. 

O Comitê deve examinar todos os resultados de torneios ou competições. Sempre que encontrar um diferencial em competições muito menores do que o Handicap Edis do jogador, deve notificar à sua federação, além de tomar outras medidas previstas neste documento.

Mesmo que os cálculos sejam feitos pelo Sistema Central de Handicap da CBG, o Comitê de Handicap deve conferir os dados informados e os resultados obtidos, e tomar providências em casos de discrepâncias.

O Comitê de Handicap deve orientar e treinar os sócios do clube sobre como acessar os dados que compõem o Handicap Index no Sistema Central de Handicap.

Adicionalmente, deve criar dispositivos que facilite ao associado o acesso aos dados de Handicap Index pelo menos dos sócios, seja através de listagens ou outro sistema qualquer, em local público de grande visibilidade. (transparência)

Além disso, deve manter os cartões por um período de 12 meses, visando comprovação dos dados lançados no Sistema Central de Handicap, sempre que for questionado.

É recomendável que apenas um membro do Comitê seja o responsável por essa tarefa de manter e publicar os Handicap Index sócios.

O Comitê deve investigar o histórico de scores de um novo membro, relativos a seu antigo clube ou dos campos onde jogou antes de associar-se. Para cada score, deve também incluir o USGA Course Rating e o Slope Rating dos campos onde jogou.

Caso não tenham sido computados no Sistema Central de Handicap pelo clube anterior, o Comitê poderá emitir um Handicap Index Modificado com base em pelo menos 5 scores do clube anterior.

Caso não haja registros de scores anteriores, o novo membro deverá encaminhar 5 cartões até que tenha um Handicap Index oficial, via Sistema Central.

O Comitê de Handicap terá acesso a consultas dos dados de Handicap Index dos seus sócios até 1 ano após a sua saída do clube, para o caso em que o novo clube do ex-sócio venha a solicitá-los.

O Handicap Index de um ex-sócio continua válido até a próxima data de Revisão de Handicap, definida pela CBG.

NOTA: O Sistema Central de Handicap da CBG preservará esse histórico por vários anos em sistemas computacionais.

O Comitê deve solicitar revisão de cálculo sempre que um erro for detectado nos registros ou nos resultados. É importante avaliar os resultados gerados pelo Sistema Central de Handicap e checar sua precisão.

Cabe ao comitê de Handicap receber os cartões/etiquetas de Handicap, emitidos pela CBG, e distribuí-los aos seus sócios em tempo hábil.